domingo, 14 de março de 2010

Porquê que eu sou do tempo...

Parece que é chegada a hora em que começa a ser estranhamente vulgar os momentos em que ao longo dos dias dou comigo a pensar em como tudo era um pouco diferente quando eu era mais novo. Claro que infelizmente essa noção advém do facto de estar, a cada dia que passa, mais velho, sendo que a distância temporal da qual me recordo de ser como sou e o presente já é mais do que suficiente para que veja grandes diferenças em meu redor.

Algumas diferenças são claramente para melhor, no entanto a nostalgia dos "bons velhos tempos" também se apodera de mim muitas vezes.

Chego mesmo a ter saudades em que o dia-a-dia embora não fosse facilitado por muitos dos recursos que hoje temos disponíveis, era revestido por valores simples que tornavam possível a vida em sociedade como a paciência, pontualidade, honra, rusticidade, entre outros.

Daí a ideia de verter neste blog esses mesmos pensamentos (gosto muito da expressão verter).

De certeza de que quem ler estes textos já se terá dado conta do que aqui é relatado, não na sua totalidade mas pelo menos em parte. Daí este blog ser também um espaço de partilha e de reavivar de memórias.

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